segunda-feira, 22 de outubro de 2012
domingo, 14 de outubro de 2012
Por que temos a sensação de "dejà vu"?
Por que temos a sensação de "dejà vu"?:

Sabe aquela sensação de estar vivendo uma coisa que já aconteceu? E aí nós ficamos na dúvida se sonhamos aquilo ou se voltamos no tempo (vai que, né?) ou se é a nossa vida que repete muito, mesmo. Qualquer que seja a nossa teoria, esse fenômeno, chamado de “déjà vu”, desperta a curiosidade de muitos cientistas por aí – e nenhum deles conseguiu, ainda, entender realmente do que se trata.
Quer dizer, até agora. Um estudo do Central European Institute of Technology (CEITEC MU) e da Faculdade de Medicina da Universidade de Masaryk, na República Tcheca, trouxe alguma luz sobre o mistério.
Os pesquisadores descobriram que certas estruturas cerebrais específicas têm um impacto direto sobre isso. Exames feitos com ressonância magnética com 113 voluntários mostraram que o hipocampo, estrutura localizada nos lobos temporais do cérebro onde as memórias se originam, eram consideravelmente menores em pessoas que vivem tendo essa sensação, em comparação com quem nunca teve uma experiência assim. E tem mais: quanto mais frequentes os déjà vus, menores eram essas áreas.
“Quando estimulamos o hipocampo de pacientes neurológicos, conseguimos induzir neles a sensação de déjà vu. Ao encontrar as diferenças estruturais no hipocampo em pessoas saudáveis que têm ou não tal experiência, mostramos que ela está diretamente ligada à função destas estruturas cerebrais”, afirmou o autor principal do estudo, Milan Brázdil, do CEITEC.
Para ele, o déjà vu é provavelmente causado por uma superexcitação de células nervosas em hipocampos mais sensíveis. Isso causaria um pequeno “erro no sistema”: as lembranças falsas.“Tal sensibilidade maior pode ser consequência de alterações nessas regiões do cérebro que podem ter ocorrido durante o desenvolvimento do sistema neural”, explica Brázdil. O hipocampo é excepcionalmente vulnerável a várias influências do ambiente externo, como as patológicas (como inflamações) ou fisiológicas (como o stress ou privação do sono), principalmente na primeira infância.
Apesar de parecer misterioso, o déjà vu é uma experiência comum: segundo os pesquisadores, entre 60% e 80% dos indivíduos normais já passou por isso.
Fonte: Superinteressante
História Devon Carrow-Sperduti (6 fotos)
História Devon Carrow-Sperduti (6 fotos): 7-year-old boy Devon na infância sofrem alergias terríveis, faz com que muitos odores.
A fim de não expor a vida diária do filho de perigo nos pais Devon escola comprou-lhe um robô especial motorizado.
Agora, ele pode estar na escola virtualmente.
A fim de não expor a vida diária do filho de perigo nos pais Devon escola comprou-lhe um robô especial motorizado.
Agora, ele pode estar na escola virtualmente.
sexta-feira, 14 de setembro de 2012
Quem não se sente, não é filho de boa gente
Quem não se sente, não é filho de boa gente:
Numa escola russa, um professor de inglês estava a ser agressivo e a humilhar uma aluna em frente dos colegas, até que ela se enerva e vinga-se da atitude do professor, dando-lhe um pontapé nos 'tomates'.
Vídeo in YouTube, canal Portugal é Porreiro, Pá!
terça-feira, 28 de agosto de 2012
segunda-feira, 27 de agosto de 2012
Agenda de Shows no Brasil Dragonforce
| Tour: ‘The Power Within’ South America | |||
|---|---|---|---|
| 08th Sep 2012 | Sao Paulo | Via Marques | |
| 09th Sep 2012 | Curitiba | Music Hall | |
Dragonforce - Operation Ground And Pound
DragonForce - Heroes of Our Time
DragonForce - Herman Li & Sam Totman
quarta-feira, 18 de julho de 2012
Cariocas levam a melhor no confronto dos Botafogos
Botafogo FA 21 x 20 Botafogo Challengers
Num dia absolutamente lindo em Ribeirão
Preto, o Botafogo Challengers preparou um grande evento para a sua
estreia no Estádio Santa Cruz, e já começou bonito com a apresentação da
musa Loressa Andriolli. Em seguida uma apresentação do Grupo de Dança
do CESOMAR começou a festa para os cerca de 1250 espectadores presentes.
E logo após a apresentação por André
José Adler dos árbitros da partida Lucas Beserra, Raffael Loredo,
Guilherme Alvarenga, Fabiano Moraes, Kelvin da Silva e Vitor Hugo Vona,
foi a fez da entrada da Banda Marcial da Juventude de Sertãozinho sob a
batuta do Maestro Rodrigo esquentar a galera.
O público então aplaudiu as entradas em
campo dos cariocas do Botafogo FA e quase delirou com a entrada do
Botafogo Challengers. Após a execução do Hino Nacional pela banda, o
“coin toss” (cara e coroa) foi feito pelo Presidente do Botafogo Gustavo
Assed Ferreira, responsável pelo grande passo do clube em apoiar um
novo esporte no Brasil. O Challengers ganhou o sorteio e escolheu
chutar.
Logo no 1º quarto o time da casa abriu o
placar com um passe do QB # 43 Xico Araujo para o WR #21 Paulo Veschi,
marcando o primeiro touchdown na história do Estádio Santa Cruz. Bom
ponto extra chutado pelo K #86 Richard Santos e 7-0 no placar para o
Challengers.
Não demorou muito e veio a resposta
alvinegra com uma corrida pelo lado direito do RB #28 Aluan. O ponto
extra não deu certo, mas o Botafogo carioca ficou com um déficit de
apenas um ponto.
O resto do jogo foi também um toma lá –
dá cá com destaque para o Aluan, e o RB #14 Rafael Tavares do Botafogo
visitante e mais da dupla Xico – Paulo Veschi.
Dois lances seriam os mais marcantes da
partida. Um fake field goal feito pelo Challengers, com o holder
colocando a bola ao chão e o Kicker Richard pegando a bola e correndo
para a endzone, enganando totalmente a defesa do BotafogoFA. E o passe
“milagroso” do QB #7 Pedro Pinto que deu a vitória aos cariocas nos
últimos instantes da partida, para o WR #16 Coimbra.
O placar de 21-20 reflete o show de bola oval que Botafogo² mostrou em Ribeirão Preto!
(fonte: http://sidelinebrasil.com.br)
quinta-feira, 12 de julho de 2012
Canteiros
Cecília Meireles
Tenho tido muita coisa, menos a felicidade
Correm os meus dedos longos, em versos tristes que invento
Nem aquilo a que me entrego já me traz contentamento
Pode ser até manhã, cedo claro feito dia
Mas nada do que me dizem me faz sentir alegria
Eu só queria ter no mato um gosto de framboesa
Prá correr entre os canteiros e esconder minha tristeza
Que eu ainda sou bem moço prá tanta tristeza
E deixemos de coisa, cuidemos da vida,
Pois se não chega a morte ou coisa parecida
E nos arrasta moço, sem ter visto a vida.
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